O autismo é muitas vezes associado apenas à humanos. Mas, é incrível como a medicina e os estudos podem nos mostrar cada vez mais sobre os nossos peludos.

Por isso, em 2015 algumas pesquisas foram feitas sobre o comportamento canino e em alguns casos, foi possível comprovar uma possível associação do autismo com os cães. Mesmo que ainda não seja possível afirmar, uma vez que o universo canino ainda não é algo certeiro para o entendimento humano.

Na pesquisa, os profissionais viram que cães com um possível autismo, evitam brincadeiras, ficam entediados facilmente, são apáticos e mesmo que a raça tenha o perfil energético, o peludo agirá de forma diferente. A prática de perseguir o próprio rabo também foi analisado como um indício de autismo. Além disso, essa mania está mais ligada aos machos.

A aparência do animal também se tornou um fator. Características como uma testa mais proeminente, um palato mais alto e arqueado, cabeça maior e orelhas grandes. O Bull Terrier é exatamente assim e por isso tem maior disposição para desenvolver o autismo.

Mesmo que o diagnóstico não possa ser exato, esses sinais podem mostrar que o tutor precisa procurar uma ajuda profissional para que o seu peludo se sinta o mais acolhido e saudável possível!

 

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