Uma grande curiosidade das pessoas é com relação a guias e coleiras adequadas. Por isso, separamos um guia completo de qual o melhor equipamento para o passeio.

Desde que nascem os cães são orientados a seguirem seus instintos para se estabelecerem como um grupo, uma matilha e desta forma se organizarem de forma segura e organizada.

Os membros da matilha, começando pela mãe, irão sinalizar ao filhote quais são as regras que os mantém seguros. Isso será demonstrado inicialmente por mostradas de dentes, rosnadas e uma clássica bocada. Essa atitude é chamada de linguagem por associação. Ações erradas estímulos negativos, ações corretas estímulos positivos.

Obviamente não iremos sair por aí dando bocadas em nossos cães. Mas, existem outras formas de sinalizarmos que o que estão fazendo não está correto. Esse grande aliado são os colares de pescoço com boas guias.

Quando alguém cita esses equipamentos como “enforcadores” logo se vê que não sabe usá-lo corretamente. Isto é, posicionada atrás das orelhas do cão. Com isso, através de um toque firme e rápido para que ele sinta um leve desconforto, sinalizando a ele que o que estava fazendo é errado. Sempre visando a segurança dele.

Um exemplo clássico é nos depararmos com cães nas ruas com uma postura não muito amigável com nosso cão. Saiba que este contato indesejado (briga) pode ser muito amenizado ou até evitado se não permitirmos o contato visual entre eles nem latidos ou rosnados.

E de que forma evitamos que se olhem?

Para evitar que seu cão rosne ou lata para o cão que se aproximando, devemos controlar a cabeça dele próximos a nossa perna e redireciona-lo em sentido contrário ao outro, desestimulando a aproximação.

Uma outra situação que colares de pescoço nos ajudam é para impedi-los de abocanhar objetos encontrados no chão durante os passeios.

Nestas situações citadas acima, alguns donos e dogwalkers acham viável o uso de peitorais, guias extensoras, easywalk ou qualquer outro equipamento que deixem nossos cães livres. E, por consequência, ficando vulneráveis a imprevistos que acontecem diariamente nos passeios.

Um outro fato é que cães que são deixados por muito tempo em um mesmo ambiente ou mesmo ansiosos, tendem a colocar sua força em uma guia peitoral ou em colares de pescoço mal posicionados. Assim, a energia que os estava incomodando começa a ser minada. Com isso, eles ficam satisfeitos, estimulando a puxar cada vez mais durante o passeio.

Mas não há mal nenhum também em usar qualquer equipamento se para cão e dono está tudo funcionando bem.

Agora imaginem profissionais dog walkers que caminham com seis ou sete cães de diferentes donos diariamente. Eles estarão expostos a tantas situações, sem controle destes cães e todos tracionando seu braço.

Podemos pensar: “Podemos conseguir resolver tudo isso com estímulos positivos, ações compensatórias, desvio de atenção, etc.” Mas, é fácil garantir que nas situações descritas acima raramente nossos cães irão esquecer o alvo, aceitarão agrados, petiscos ou atenção.

Todos os cães reconhecem essas sinalizações corretivas, sejam cães alfas, betas ou ômegas. Todos eles nascem para interpretar as sinalizações uns dos outros e esses equipamentos. Aliados à nossa postura de liderança saídas mais seguras e problemas mais contornáveis são garantidos.

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