Quando um cão possui alguma deficiência, ficamos com a impressão de que ele possui um comportamento diferente dos cães “normais”. Mas, será que esse é realmente o caso?

Os resultados mostraram muitas semelhanças entre cães com deficiência auditiva ou visual e aqueles sem. Na verdade, os cães não cegos foram classificados como mais agressivos e mais excitáveis do que aqueles com cegueira.

Havia também algumas diferenças em comportamentos mais específicos: os cachorros com a visão normal eram mais propensos a comer fezes, enquanto os cachorros cegos tem a tendência de latir demais, a lamber muito ou a mastigar objetos inadequados.

Os cachorros utilizam muito dos fatores auditivos e olfativos e aprendem muito com a entonação da voz humana. Normalmente, eles são educados com elogios e repreensão verbal. Mas no caso dos animais surdos é preciso adaptar.

Como o peludo não pode ouvir o comando verbal, o ideal será usar sinais com as mãos, o que poderá se tornar o principal meio de comunicação entre o dono e o cachorro surdo.

Além desse recurso, poderá ser utilizado o uso de lanternas para a comunicação noturna, ou ponteiras com laser, pois são muito mais brilhante que a luz normal e podem alcançar até 100 metros.

Isso sugere que os donos de cães com problemas auditivos ou de visão devem fazer um esforço maior para se certificar de que seu cachorro tenha uma percepção maior do ambiente à sua volta. Os pesquisadores sugerem o enriquecimento com brinquedos, bem como sessões de treinamento para desenvolver o cérebro do cachorro. Muitos desses cães também podem frequentar aulas de agilidade ou obediência.

 

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