Quando adotamos um cão de rua, é preciso levar em conta o fato de que esse é um animal que não está acostumado com a rotina de regras e delimitações de espaço. Por isso, o expert em comportamento canino, Fernando Baiardi, contou um pouco sobre como se portar diante à essa adoção para que o bem-estar da família e do animal sejam preservados.

O principal equívoco, segundo Baiardi, é o de pensarmos que um cão que vive com um morador de rua não tem uma vida feliz, afinal, mesmo sem perceber, esses moradores são ótimos líderes de matilha. Isso acontece pois o estilo de vida acaba se assemelhando ao de uma matilha real: dormir juntos, comer juntos e caminhar juntos, por mais que seja acompanhado de uma pulga ou outra é um comportamento alegre e de instinto canino.

Por isso, quando um cão de rua é adotado, esse estilo de vida precisa ser preservado, mesmo que com uma melhor qualidade. “Ou seja, estabelecer uma rotina de saídas para a rua gastando energia e regrar horários tanto para as saídas, quanto para a alimentação deles”, conta Fernando.

Portanto, evite enchê-los de “mimos”,  não impor regras, não dar atividade física e deixá-los sozinhos, pois assim a probabilidade de um cão infeliz e frustrado é maior, e ninguém quer isso, né?

 

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