Espanhóis dão dicas de como cuidar do seu pet

 

Os fãs de cachorro tem uma nova “bíblia”. Ao menos na Espanha. Trata-se da obra Sinales de Calma (Sinais de Calma), da adestradora norueguesa Turid Rugaas, que prega que nós humanos devemos nos comunicar com os cães a partir dos sinais que eles emitem.  Quem já leu a obra – que ainda não chegou no Brasil – atesta que a relação com os cães mudou para melhor.

Turid Rugaas ensina, por exemplo, que os cães jamais devem ser estimulados a ficar pulando em busca de um objeto suspenso pelo tutor. Duas justificativas: o cachorro fica ansioso. E, como o peso é sustentado nas patas traseiras, a repetição desse tipo de ação pode causar lesões futuras nos pets.

Ouvidos pelo jornal espanhol El País, a Agência de Educadores Caninos Voran defende total desprendimento entre cães e tutores em momentos de fogos de artifício ou tempestades com trovões. Segundo eles, nada de trazer o cão para dentro de casa: afaste-se dele, não o abrace, nem faça carinho, nem o procure para ver se está tudo bem. O pessoal da Voran orienta que nesses momentos o cachorro deve aprender a agir por conta própria. Com o tempo, sustenta, o cão vai se adaptar. “O melhor é aparentar normalidade”, defendem.

Por aqui, nas terras brazucas, sabemos que este conceito já é ensinado nos cursos de Comportamento Canino (Linguagem e sinalizações) há bastante tempo pelo Fernando Baiardi.

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