Evitem que cães revirem lixo

 

Recentemente contamos a história da cachorrinha Kika que apanhou sacolas de lixo em Copacabana e levou os materiais para a lixeira. O ato da cachorrinha quase deixou em segundo plano a ação de ativistas que fizeram um mutirão de limpeza nas Ilhas Cagarras, na orla de Ipanema, na capital fluminense.

No entanto, ficamos preocupados com a Kika. Não estaria a cachorrinha correndo riscos de contrair doenças conduzindo lixo humano? O Fernando Baiardi, que conhece o comportamento canino como ninguém, esclarece:

“A atitude da Kika é muito bem vinda, deveria na verdade não ser necessária, mas infelizmente os seres racionais ainda geram esta necessidade de alguém recolher seus lixos. Quanto a saúde tudo vai depender do que ela ingerir deste lixo. Um cão com fome irá comer o que lhe parecer agradável para saciar sua fome, nem sempre são coisas boas, risco sempre haverá.

Outro ponto é que a Kika parece ter sido ensinada para fazer essa atividade. No entanto, há que se ter algumas cautelas. Afinal, no Brasil, ainda é muito pequeno o índice de pessoas que separa o lixo de materiais de reciclagem.

Daí que o bichinho, ao apanhar as sacolas com dejetos, pode se deparar com latas e vidros – materiais perigosos e cortantes – e até restos de comida não aproveitada. É preciso muita atenção para que a Kika e os nossos cães não sejam expostos a esses perigos”.

Ficou com dúvida: escreva nos comentários que o Fernando Baiardi responde. E não esqueça de curtir, comentar e compartilhar nossos conteúdos.

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