O comportamento dos mascotes é pautado pelos donos

Existem donos de cães que conversam numa boa com seus mascotes. E muitos deles juram, de pés juntos, que são entendidos plenamente pelos seus filhos peludos.

Realmente os cães podem fazer associações e “entender ao pé da letra” algumas palavras que são ditas através das repetições. Mas fato é que a nossa comunicação verbal diz muito pouco aos nossos amigos de quatro patas. Na relação com os seres humanos, os cães se pautam principalmente por instintos e respondem como conseguem a nossas sinalizações.

Um exemplo de “diálogo”: quem nunca soltou um “fica quieta” em altos brados para aquela sua princesinha que ficou latindo à chegada de pessoas estranhas em casa? E depois bateu no peito orgulhoso: “minha filha é obediente”.

A mascotinha em questão não processou literalmente o “fica quieta”. Lembre-se: estamos falando de animais com uma racionalidade limitada. A forma como as palavras foram proferidas é que fizeram a pequena, a partir dos seus instintos, perceber que fazia algo errado. Daí o silêncio.

É possível fazer o cão ampliar o seu repertório “humano”? Sim, mas é preciso treinamento e muita paciência já que são vários os fatores que definem o “aprendizado” do melhor amigo do homem. O mais importante é entender como os cães interpretam nossas ações. O comportamento deles nada mais é do que uma resposta às nossas atitudes.

Fiquem conosco que os próximos posts vão apresentar este e outros temas.

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