Fernando Baiardi não “resistiu” aos cães
Apesar da minha estreita relação com os cães desde pequeno, a vida sempre nos oferece outras direções. Fiz carreira profissional em Administração em Recursos Humanos, onde atuei por doze longos anos enquanto a atividade com cães continuou apenas na convivência e no prazer de tê-los próximos.

Mas sabemos que o que vale realmente a pena nessa vida é a necessidade de nos sentirmos felizes e realizados. E, em 1995, exercendo uma carreira consistente e bem sucedida em uma grande multinacional, resolvi abrir mão de tudo e tornar minha verdadeira paixão minha profissão.

Este processo não foi nada fácil. Enfrentei família, amigos e parentes que viam como loucura trocar estabilidade financeira pela prestação de um serviço que sequer existia.

Embora isso me preocupasse, sempre acreditei, que mais cedo ou mais tarde, as pessoas perceberiam o quanto “passear” com seus cães é importante para eles e o quanto isso reverte em uma boa relação dentro de casa.

Aliás, o termo “passear” é totalmente equivocado porque está muito associada ao lazer, ou que só deve ser feito quando houver tempo. Para os cães, não tem nada de lazer: é quase um remédio, uma necessidade fisiológica para os manter ativos e sadios.

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