Fotogenia é outra marca da Rebequinha

 

Rebecca é uma dachshund de uma grande amiga, com algumas particularidades. Além do nariz avantajado, ela saiu mais dentuça do que seus coleguinhas da mesma espécie. E sapeca desde sempre.
Era eu chegar na casa e lá vinha a “Bebequinha” pulando e se urinando de alegria.

A parte da urina, indica o nosso Fernando Baiardi, é uma demonstração de descontrole emocional típica de cães filhotes. “Precisamos conter nossos impulsos e evitar brincar ou dar atenção em chegadas e partidas a estes cães”, adverte ele.

Engraçado: não fazia diferença eu fazer a visita aos meus amigos por duas semanas seguidas ou a cada seis meses. A reação da Rebequinha era sempre a mesma.

Daí que aprendemos que o melhor era trazer a Rebecca para a rua para recepcionar a visita. Um dia até ousei brincar: vamos comprar fralda para a Bequinha.

Então veio a vingança: um dia eu pernoitei na sala da casa dos meus amigos. Era inverno e o edredon estava quentinho. Na manhã seguinte, todos despertos, a minha amiga abriu a porta e lá vem a Rebecca. Me escondi sob o edredon. Ela vistoriou a roupa de cama. Farejou, farejou, vasculhou. Até que me encontrou finalmente. E qual a reação? Fez xixi na minha cara.

Nunca mais fiz piada com a Bebequinha.

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