Guga atento à menção da palavra bola

Não há cachorro que não se delicie com uma bolinha, qualquer que seja a raça e o tamanho do objeto. Guga era o meu super Fox – ao menos parecia um.

Mal chegado em casa foi logo dando as cartas: à menor citação da palavra banho, rosnava, corria e se escondia. E por anos ele resistiu.

Um dia o tapeei: o chamei para um abraço – que ele concedia sempre rosnando – e pimba. Fomos os dois para o tanquinho onde ele seria banhado entre dentadas e chiliques. Nas demais tentativas, um jato de mangueira, Guga correndo, se enlameando no jardim e “serviço de limpeza feito”.

Outro grande atributo do Guga era a habilidade monstruosa com a bola. Bastava indagar: “cadê a bolinha” e ele logo a trazia na boca.

Ao soltar a pelota das presas, ele imitava o famoso drible de Roberto Rivellino – o elástico. Com a bolinha pausada sobre as patas dianteiras ameaçava soltar para que eu a chutasse. E logo a recolhia seu brinquedo com a bola girando no próprio eixo. Tanto com a esquerda tanto com a direita. Portanto, me perdoe o Riva: o Guga era mais completo. Além de chutar com as duas, era um exímio goleiro, se o time precisasse dele.

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