Brincar é “sagrado” para a Ianca

 

Todo mundo lembra do programa Domingo no Parque comandado pelo Silvio Santos entre o final dos anos 70 e começo dos 80. E quem lembra daquele quadro onde a criançada entrava num cenário similar ao de uma loja de brinquedos e tinha tempo cravado para pegar o brinquedo que quisesse. Era uma confusão não? A Ianca, a nossa mascote, protagonizou uma cena parecida com a das crianças no programa. Querem ver?

Lembro que morávamos em frente a um parque, que frequentávamos entre duas a três vezes ao dia para ela gastar energia. O problema é que um dia um cãozinho mestiço com poodle resolveu brincar com sua dona e uma bolinha.

Ianca, de seu lado, estava na guia. Comportada e altiva como só ela. No entanto, ao ver a bolinha do colega logo adiante, deu um tranco e se soltou da minha mão. Destino? A bolinha e nada mais. Foi como se o objeto tomasse o horizonte da mascote e nada pudesse pará-la.

Havia o risco de briga. No entanto, ao ver a Ianca, o outro cachorro se encantou – ou se amedrontou. Não passou de uma breve esbravejada quase empolada como quem dissesse: “dona, essa pelota é minha”.

De nada adiantou qualquer apelo. De posse de um brinquedo que sequer era seu, Ianca aproveitou para dar um peteleco na orelha do outro. Uma típica demonstração da linguagem de cão líder: sinalizar e depois revidar.

Ianca sempre dominante. Ela sempre levou a sério esse negócio de “empoderamento feminino”.

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