Ianca: estou nem aí para a piscina

 

Eu e a Ianca viajamos muito para Ubatuba, no litoral paulista. E por ser uma cidade com muitas opções de praias, eu e ela frequentamos uma que era praticamente deserta (o reduto eu não conto onde fica, desculpem).

Ao contrário dos surfistas, que perseguem as maiores ondas e as maiores festas com direito a luau e uma bebidinha qual seja o lugar, o meu perfil e o da minha pequena estrela é bem diferente. Nada de pranchas, roupas de borracha, parafina e outros que tais.

Essa prainha virgem que frequentamos tem um mar calmo, com ondas pequeninas que quebram na areia. Um cenário como este, claro, é um convite ao relaxamento durante as caminhadas a beira mar e um prato cheio para a Ianca, que como todo “filho de Deus”, aproveita a praia sem receio.

Mas nada de grandes braçadas ou grandes esforços. O nosso negócio é curtir. No caso da Ianca, enquanto as pequenas ondas quebram na praia, seu deleite é persegui-las e mordê-las. E nisso ela gasta uma energia que só vendo para crer.

Detalhe: cuidadosa, a pequena só avança na água até onde suas patas podem tocar o chão. Os salva vidas, que sempre dizem isso para os humanos – que teimam em não obedecer a essa recomendação básica – em algum momento vão dar uma medalha para a Ianca por esse bom comportamento. Alguém duvida?

#caoativoclub #fernandobaiardi

Compartilhe!