Tutu e seu olhar penetrante
Quando cheguei a São Paulo em 2008, a Camila Gaya Fernandes me prometeu recepção, banda e tudo o mais. Só que a menina que se propôs a me receber enviou uma terceira pessoa, que deu cano. Daí que peguei a chave na portaria, entrei no apartamento e sob a mesa da cozinha estava a Tutu, uma cadelinha sem raça definida. Ela estava assustada, obviamente.

Havia toneladas de louça na pia e, como eu teria que aguardar o retorno sobre uma proposta de trabalho, fui ficando em casa e ajeitando tudo. Lavei a louça, varri a casa, ocupei meu quarto e, devagarinho, a Tutu foi se aproximando.

Até que um dia a ração acabou. Comprei a dita, passei a alimentar a Tutu e gol. Ganhei a pequena. Minha amiga foi aparecer uma ou duas semanas depois que cheguei na cidade. Nisso, Tutu já dormia na minha cama, já chegava junto para ficar no colo, virou um doce.

Quando minha amiga finalmente apareceu, passei a acompanhar e a levar a Tutu em seus passeios na rua. Ô parceria boa.

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